quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

ÉPOCA NATALÍCIA

A época natalícia é a que mais admiro.
O cheiro das castanhas assadas, deliciosas e quentes.
As ruas enfeitadas e coloridas na noite escura, tornam-se iluminadas, as montras cheias de cores vermelhos e dourados com árvores de Natal decoradas com imaginação.
Tudo me parece mágico, quando saiu á rua parece que fico encantada.
Passo a época Natalícia com todo o meu coração e empenho, cheia de sonhos e esperança.

Mas o dia de Natal meus queridos amigos é longo, solitário e silencioso.
Já passei alguns Natais sozinha por opção, "(não o recomendo, não o façam, não é fácil)" muito pelo contrário é difícil.
Ficam gravados na memória de qualquer pessoa, as ruas estão desertas o silêncio do momento é brutal, ouço a batida do meu coração, nem o meu anjo da guarda passa o Natal a mesa, tem família também.
Sou mulher para muitos mais natais só, e venham eles.
(Mas de todo o meu coração escrevo, mais vale só que mal acompanhada)

De qualquer forma desejo-vos SEMPRE um FELIZ NATAL



Adelaide Moça




Adelaide Moça "FELIZ NATAL"

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

TERÁ A CERTEZA QUE


CRITICAR SENSURAR E ENCONTRAR DEFEITOS NOS OUTROS É SEMPRE UMA PERDA DE TEMPO E UMA FORMA PARA ARRANJAR PROBLEMAS PARA SI MESMO.



sexta-feira, 30 de outubro de 2015

SOMA E SEGUE


De contos e ditos e incertezas das pessoas que gostava na altura.
Coloquei-as à prova talvez à uns dez anos atrás com o apoio de uma colega psicóloga.

Cada uma com temas diferentes e imaginativos, e o resultado foi surpreendente, igual em todas.

Ainda hoje continuam a espalhar uma mentira "pensam" que tem como verdade, quando apenas estavam a ser testadas, se não fosse convincente o teste não funcionaria.

Surpreendida fiquei quando ouvi gravações e vi vídeos entregues por amigos que também pensam que tem.
Apoio vem de quem menos esperamos.

Imaginação é tão grande que:
Acrescentaram pormenores, 
Reduzem pormenores, 
Fazem prolongamentos, 
Julgam, 
Fazem comparações deploráveis.
Re-falam com versões modificadas,

Se pensava que ainda me restava alguma alma boa, nesse ano fiquei esclarecida.

Uns enfrentei, confrontei, repus a verdade, desmascarei, levaram com advogado, outros nem valem a pena porque nem ia fazer diferença.

Até hoje foram cortados qualquer tipo de contacto.


Adelaide Moça


PORTUGAL


E não é um País de "merda", o que há é um monte de gente de "m" sem escrúpulos a viver a quanta de um País que é um cantinho do céu.

Portugal não é um Pais onde pintores vivem da pintura ou valorizem os portugueses, por muito talento que se tenha.
Quem aprecia pintura, a maioria destas pessoas compra ou vende pinturas de pintores estrangeiros são estes quem ajudam ou valorizam.

Não tenho orgulho, nem tristeza em ser portuguesa, sou como a maioria das pessoas "ateu", só na última é que levanto a bandeira.

A cada vez mais "pobres em Portugal" e sobreviver é uma aventura, existe muita gente que não consegue honrar os seus compromissos.

MELHOR DIA FOI O DE ONTEM, HOJE NÃO ESPERES FACILIDADES PORQUE O AMANHA NEM EXISTE.




Adelaide Moça

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

TEM DIAS



Existem dias que o melhor é mesmo não escrever o que sentimos.



Adelaide Moça




ACEITA-SE CONVITES PARA EXPOSIÇÕES DAS PINTURAS E TODAS ELAS ESTÃO À VENDA

Cartão de Adelaide Moça



Todas as obras de arte, aqui expostas estão à venda.
Aceita-se convites para exposições das obras de arte da pintora Adelaide Moça
Entre em contacto, para uma analise do local.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

ANDAR A PÈ

Maioria dos dias começam desta forma.
Andar a pé frente á praia.
Tem dias que só apetece estar mergulhada na manta do sofá.
Sair não é uma tarefa fácil.



Adelaide Moça e as suas manhãs

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

MISS PRAIA ORLA MARÍTIMA DE MATOSINHOS ANO DE 1995

Um dia especial cheio de sol e luz, na praia de Matosinhos.
De sorriso no rosto, percorri o palco de uma ponta a outra.
Deus abençoou com o titulo, porque todas as mulheres são maravilhosa.



Adelaide Moça foi em 1995 Miss praia orla marítima de Matosinhos

sábado, 24 de outubro de 2015

NÓDULOS

E todos os anos, corro para mais uma prevenção.
Tantas vezes, vou assustada para o exame, já fiz Algarve Porto com a sensação que ia ficar pelo caminho.
Á espera, para fazer novo exame, sempre ansiosa pelo resultado.
Anos que os nódulos me dão luta, existem momentos na vida que a fé é a única coisa que o coração transporta.

Estas imagens são privadas, hoje decidi partilhar.





ANIVERSÁRIO

Aniversário é dos dias que mais valorizo.
Um gesto de carinho que pode dar neste dia especial é um "GOSTO" neste link
http://www.facebook.com/pages/Adelaide-Moça/331357071449
Página oficial facebook .. obrigado


Adelaide Moça e seu Aniversário

MODELO FOTOGRÁFICO MAIS DE UMA DÉCADA

Modelo fotográfico mais de uma década.

Dois cursos de manequim e um de modelo fotográfico.
































MANEQUIM MAIS DE UMA DÉCADA

Manequim mais de uma década.
Dois cursos de manequim e um de modelo fotográfico.






















Adelaide Moça desfile









Adelaide Moça no desfile "Arena"



 





COMUNHÃO SOLENE

Um dos dias mais felizes da minha infância.
Com as violetas na mão, e no local frente a escola do Adro, onde fiz a primaria.
Talvez no ano de 1984



Adelaide Moça e sua comunhão solene

EXPLICAÇÃO DAS COLECÇÕES DE OBRAS E O QUE REPRESENTAM

COMO AS 27 COLECÇÕES DE OBRAS SE ENQUADRAM.

As colecções polémicas, inéditas e conhecidas internacionalmente:
Nudez de três mulheres.
Nudez de duas mulheres.
Nudez de uma mulher.
Nudez de um casal.
Nudez e suas excentricidades.

Colecção baseada na vida da pintora:
Colecção de Anjos.

Colecção baseada na cidade do Porto:
Colecção cidade do Porto, tamanhos grandes.
Colecção cubos baseada na cidade invicta.
Moldura a folha de ouro, primeiras pinturas da pintora Adelaide Moça.
Colecção invicta telas sobrepostas.

Colecção criada inventada pela pintora Adelaide Moça, baseada numa ideia, e enquadrada numa aldeia Portuguesa:
Colecção casarios.

Colecção duas telas numa, sobrepostas:
Colecção invicta telas sobrepostas.
Colecção monumentos telas sobrepostas.
Colecção abstractos, telas sobrepostas.
Colecção ilhas telas sobrepostas.
Colecção três telas numa, sobrepostas.

Colecção dedicada a uma aldeia Portuguesa:
Colecção serra de Açor.

Colecção criada para exposições:
Colecção de cavaleiros.

Colecção dedicada a natureza:
Colecção flores.

Colecções abstractos controlados:
Colecção de abstractos, grandes.

Colecções para ser sobrepostas:
Colecção 18*24, simples.

Colecções para quartos:
Colecção mesinhas de cabeceira.

Colecção baseada na infância da pintora:
Colecção símbolos de infância.
Colecção Bratz.

Colecção enquadrada em países e cidades:
Colecção de Africanas.
Colecção Itália.
Colecção Egipto.
Colecção Grécia.


VINTE OITO COLECÇÕES DE OBRAS

Pintora Adelaide Moça
Até a data têm "28 colecções de obras de arte".
Dentro destas colecções algumas são enormes.


Nudez de três mulheres.
Nudez de duas mulheres.
Nudez de uma mulher.
Nudez de um casal.
Nudez e suas excentricidades. 
Colecção de Anjos.
Colecção de Africanas.
Mulheres Guerreiras,
Colecção cidade do Porto, tamanhos grandes.
Colecção cubos baseada na cidade invicta.
Moldura a folha de ouro, primeiras pinturas da pintora Adelaide Moça.
Colecção casarios.
Colecção invicta telas sobrepostas.
Colecção monumentos telas sobre postas.
colecção abstractos, telas sobre postas.
Colecção ilhas telas sobre postas.
Colecção três telas numa.
Colecção serra de Açor.
Colecção de cavaleiros.
Colecção mesinhas de cabeceira.
Colecção flores.
Colecção de abstractos, grandes.
Colecção 18*24, simples.
Colecção símbolos de infância.
Colecção Bratz.
Colecção Itália.
Colecção Egipto.
Colecção Grécia.



sexta-feira, 23 de outubro de 2015

AMIGOS SAPOS E MOCHO

Com três meses de vida, ainda bebe deram-me a beber água contaminada de um poço, dada por um conhecido/a da minha mãe.
Apanhei a cólera, estive eternada meses dentro de uma incubadora.

Frequentei a escola do "Adro" no Ano de 1978 e 1982 em Matosinhos.

Tenho boas memorias do Adro.
Uma escola tranquila rodeada de vários canteiros de flores, fontes de água com uma igreja a frente, várias capelinhas com imagens de Jesus, o coreto.

Ainda hoje sinto o cheiro das violentas, as flores não falam nunca nenhuma me respondeu, os canteiros ainda hoje estão cheios de flores e plantas, bem tratadas.

Tinha uns amigos "sapos" que visitava na hora do recreio, imito bem os sapos, mas acho que eles nunca me compreendiam, sinceramente eu também não os percebia.

Apaixonei por um rapaz, mas nunca lhe disse, apenas o admirava de longe e de perto.

Nunca faltei a escola, excepto no primeiro dia que senti tanto medo, passei horas a chorar, talves tenha ficado intimida pela professora.

Tinha um problema de audição e visão, que só em adulta percebi que não ouvia em perfeitas condições.
Sem saber porquê na altura sentia uma certa distância das outras crianças, acho que eu mesma me afastava.
Tive dificuldades em quase tudo, existia momentos que só vi-a as articulações da boca, não fazia ideia do que se falava.
Nunca deixei que ninguém percebesse as minhas limitações, receava que se afastassem ou me olhassem de forma diferente.
Hoje percebo o porquê da necessidade de me esforçar tanto para poder acompanhar o sistema que estava inserida.

Uns anos mais tarde fiz amizade com um Mocho.
Encontrava-me com o Mocho quase todos os dias durante quatro anos no mesmo local, e passava horas a olhar aqueles olhos enormes e ele para mim, Mocho sempre num silêncio.
Mocho atento a todas as minhas movimentações.
Oferecia pizza, hambúrguer, caramelos, bolos ao Mocho e ele nunca comeu.
Nunca percebi como se mantinha gordinho e robusto.
Um dia fui ter com o Mocho para despedir, lembro-me que falei, falei e e expliquei porquê não voltaria, chorei e ele não teve reacção.
Coloquei a moto a trabalhar e vim embora banhada em lágrimas.
No dia a seguir fiquei surpreendida quando vi o Mocho escondido no meio de uma pequena árvore a olhar para mim, era um local que ia muitas vezes.
Nem queria acreditar que o Mocho me seguiu aquele tempo todo nem tinha percebido.

O Mocho é inteligente, atento e é lindo.
Dei-lhe o nome de Máximus.





Adelaide Moça frequentou a escola do Adro

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

DE IDEIA EM IDEIA


Sempre fui uma criança tranquila, e a minha capacidade de analise, poupou-me de erros desnecessários.

Nasci e cresci numa família numerosa, sem qualquer tipo de amor, nem de Mãe ou de Pai.

Toda a vida percorri um caminho solitário.
Uns anos mais tarde valorizei a amizade como um prolongamento de mim própria, dando este mundo e o outro.
A maioria delas suicidaram-se.
Ficando completamente sozinha durante longos anos, onde a pintura era o meu único refugio.

Reencontrei uma amiga de infância em Março de 2015, de nacionalidade Alemã, indo eu de porta em porta sem desistir de encontrar alguém que sobrevivesse.

No presente não tenho amigas/os porque a amizade acaba quando você percebe que a amiga é só você ..

Traída por quem acreditava, roubada por quem confiava, humilhada por aqueles que admirava e os que mais amava foram os que mais me desiludiram.

Pedi ajuda a quem tinha como boa pessoa e esperança depositada "trabalho" e a resposta foi o silencio.

Todas as pessoas que me procuram é com carinho que as recebo, ajudo se puder, se não puder explico porquê.
Jamais as abandono, duma forma ou de outra prevalece a amizade.

No presente sou mais cautelosa, mas não radicalista.
Mas continuo a falhar nas poucas abertas que dou.
A muita gente mal intencionada, acreditem.

Alguns dos meus seguidores que me acompanham há alguns anos são "tipo" irmãos, que nos momentos mais difíceis da minha vida, escrevem palavras de alento.
Sem nunca desistir de mim própria e com um amor narcisista que me manteve sempre no mais "alto possível" pelas melhores razões e que Deus me concedeu alcançar, continuei a vida sem desistir.

Fiz da minha vida uma auto estrada sem limites ou paragens.
Ignorando tudo o que me faz mal e abraçando o que me faz bem.


Adelaide Moça

quarta-feira, 20 de maio de 2015

AS PRIMEIRAS OBRAS DA PINTORA ADELAIDE MOÇA


Esta colecção foi a primeira de muitas a seguir criadas e pintadas pela pintora.
Com moldura a folha de ouro.
Uma colecção de prestigio, onde as obras viveram alguns anos através da pintora e um dia a pintora viverá através das obras.



Video da coleção






COLEÇÃO PRIVADA DA PINTORA



A primeira colecção da Pintora Adelaide Moça
Invicta, Ponte Arrábida tendo como fundo o Palácio De Cristal.

Uma das primeiras obras da pintora levou um ano a dar como terminada
Pintado a óleo sobre tela.

Tamanho: 50*60 com Moldura 82,50*72,50 cm


A primeira colecção da Pintora Adelaide Moça
Invicta, o famoso Cubo da Ribeira.

Uma das primeiras obras da pintora levou um ano a dar como terminada
Pintado a óleo sobre tela.

Tamanho: 50*60 com Moldura 82,50*72,50 cm


A primeira colecção da Pintora Adelaide Moça
Invicta, uma das suas famosas lojas, comercio local.

Uma das primeiras obras da pintora levou um ano a dar como terminada
Pintado a óleo sobre tela.
Tamanho: 50*60 com Moldura 40*30 com Moldura 62,50*52,50 cm


A primeira colecção da Pintora Adelaide Moça
Invicta, uma das suas ruelas.
Uma das primeiras obras da pintora levou um ano a dar como terminada
Pintado a óleo sobre tela.
Tamanho: 50*60 com Moldura 40*30 com Moldura 62,50*52,50 cm


A primeira colecção da Pintora Adelaide Moça
Invicta, uma das suas famosas ruelas.

Uma das primeiras obras da pintora levou um ano a dar como terminada
Pintado a óleo sobre tela.
Tamanho: 50*60 com Moldura 40*30 com Moldura 62,50*52,50 cm


A primeira colecção da Pintora Adelaide Moça
Invicta, uma ruela com uma igreja.

Uma das primeiras obras da pintora levou um ano a dar como terminada
Pintado a óleo sobre tela.
Tamanho: 50*60 com Moldura 40*30 com Moldura 62,50*52,50 cm


A primeira colecção da Pintora Adelaide Moça
Invicta, a famosa Ribeira e sua ponte D.Luís.

Uma das primeiras obras da pintora levou um ano a dar como terminada
Pintado a óleo sobre tela.
Tamanho: 50*60 com Moldura 40*30 com Moldura 62,50*52,50 cm


A primeira colecção da Pintora Adelaide Moça
Invicta, uma ruela com vista ao Rio Douro e ponte D.Luís.

Uma das primeiras obras da pintora levou um ano a dar como terminada
Pintado a óleo sobre tela.
Tamanho: 50*60 com Moldura 
18*24 com Moldura 46,50*41,50 cm


PRIMEIRA OBRA DA PINTORA ADELAIDE MOÇA


A primeira obra de arte foi pintada quando a pintora tinha 18 anos de idade.
No ano de 1990.
Ainda esteve parada uns anos, antes de iniciar, só em 1994 é que arrancou.
Tudo começou num desejo ardente de criar algo superior, sem saber o quê, iniciando uma longa caminhada sem saber para onde iria, nem por onde começar.
Nunca imaginou o sucesso que viria a ter.
Os primeiros seguidores foram dos Estados Unidos onde recebeu duras criticas as suas obras, a seguir Arábia Saudita que foi bem recebida nas primeiras centenas de pessoas, em continuação com o Brasil, México, Venezuela, Espanha, França, Itália, Alemanha, Rússia, Japão, Argélia, Índia, África, ao longo dos anos, deu a volta ao mundo através das redes sociais com as suas obras de arte, organizadas por colecções.
Á poucos meses tem vindo a conquistar seguidores nacionais, de todos as partes do País incluído emigrantes,


Primeira obra da Pintora Adelaide Moça

terça-feira, 19 de maio de 2015

NATAL 25 DEZEMBRO DE 2012

Lembro-me 
No dia de Natal 25 Dezembro de 2012 pelas 8.50h da manhã 
Conduzia e ía sozinha e em direção a casa do meu Pai .. para o ver 
Ao entrar na autoestrada a 50 metros da ponte Arrábida num nevoeiro cerrado (travei o carro instintivamente) e por dois segundos de diferença perdia a vida esmagada por um camião que vinha a picar com outro camião ao passar por mim, a pressão do vento abanou o meu carro como se fosse um carro de brincar.

Fiquei pálida e deu-me uma branca na cabeça ..
E no mesmo instante passa o outro camião e voltou a abanar o carro

Entrei na autoestrada e rapidamente apanhei os camiões que vinham a uma velocidade de 130 km hora

A meu ver para o tamanho do camião é uma velocidade exagerada, uma arma em andamento ..

E na diferença de 5 km à frente o mesmo camião por pouco não me esmaga novamente, penso eu estar no seu anglo morto dele, quando o ia a ultrapassar atirou-se para cima do meu carro .. acelerei e o carro não respondeu tendo que reduzir a mudança na caixa e carregar no acelarador até não puder mais, conseguindo com que o camião não me bate-se por segundos .. o indivíduo do camião que vinha a trás dele vinha a dar sinal de luzes e a buzinar e o motorista vinha tão cego que não se apercebeu dos avisos

Da rapidez do meu pensamento e da prontidão das minhas acções salvaram a minha vida.

Resumindo .. a vida perde-se num segundo

FELIZ NATAL






Adelaide Moça






Adelaide Moça